Fazemos a música que fica quando a campanha termina

Assinamos música para Coca-Cola, Volkswagen, Unilever, O Boticário, Petrobras, Adidas, Pague Menos e outras marcas que você conhece. Mas essa é só uma parte da história…

O jogo hoje acontece assim: o marketing investe milhões em mídia. A criação sofre meses para aprovar a ideia. Aí, o filme vai para o ar e, algum tempo depois, é engolido pelo buraco negro do feed do TikTok. O outdoor é tapado. A verba de impulsionamento chega ao fim. Tudo desaparece.

Mas, às vezes, algo se recusa a sumir: é a música que, depois de entrar pelos ouvidos, decide ir morar dentro da cabeça e do coração das pessoas. Ela não precisa de um centavo a mais de mídia para continuar existindo. Se sustenta sozinha: no estádio lotado, na micareta fora de época, na festa de casamento do melhor amigo, na formatura da filha. Naquele momento em que o consumidor nem sabe por que está cantando, ou batucando na caixinha de fósforos - e a sua marca está lá, no espaço entre as orelhas dele.

Foto do estúdio de gravação feita através da janela da sala

A gente sabe fazer essa música, e tem os cases pra provar

Há muitas canções que saíram daqui para uma campanha e nunca mais voltaram. Ficaram lá fora, foram pro mundo, ganharam vida própria. Por exemplo:

Nós Somos Campeões da América nasceu como jingle. A torcida do Grêmio decidiu que era hino. Ainda canta nas arquibancadas, às vezes junto com o do Lupicínio - como se sempre tivesse sido assim.

Garotas do Brasil foi criada para uma campanha de calçados. Virou música de álbum. Depois, virou tema de novela na Globo, hit da axé music. Ganhou até coreografia própria nas praias da Bahia. A campanha terminou. A música ficou.

Dangerous Liaisons tem 1989 na certidão de nascimento. Toca em rádios no Brasil. Toca na Europa. Ainda nos ligam pedindo remixes e remasterizações.

Vida entrou no ar em 1985 como jingle do Grupo RBS. Virou brand song. Depois, brand anthem. Quarenta anos depois, segue tocando em formaturas, festas de réveillon, batizados. É símbolo de Natal pra 11 milhões de gaúchos. Todo ano, ganha versão nova - e todo ano alguém chora ouvindo.

"Vida é o hino da RBS." — Nelson Sirotsky, Publisher.

Isso não é sorte. É método. E nós não começamos pela música.

Disco de vinil com etiqueta azul e branca, da cantora Gloria Oliveira, incluindo as faixas "Vida" e "Pampa de Luz".

A primeira gravação de Vida hoje é vinil de colecionador

Foto de capa de um disco e do disco

O jingle, amado pela torcida, é hino oficial do Grêmio

Imagem em preto e branco de um telefone antigo de disco ao lado de um telefone de cabine com fio.

O vinil com Dangerous Liasons esgotou nas lojas

Nós começamos pela marca

Antes de compor um único compasso, a gente busca entender o que faz aquela marca ser ela mesma - e não uma outra qualquer. Vamos além das planilhas e dos dados frios. Visitamos o site, as lojas, os perfis sociais. Conversamos com clientes e funcionários. Estudamos a concorrência. O que for preciso. E só vamos pro estúdio depois que entendemos a essência “quente” do que a marca é, do que ela quer ser, e do que o público precisa sentir quando pensa nela.

No estúdio, operamos com o que batizamos de 'Junta Médica' - porque, assim como em medicina, os casos mais difíceis pedem mais de um especialista na sala. São até seis compositores trabalhando, ao mesmo tempo, no mesmo projeto. Cada um com sua escola, suas influências, seu ouvido. É o único jeito que a gente conhece para chegar à anomalia perfeita: a música que ninguém esperava - mas que o cérebro de todo mundo vai lembrar.

Cada melodia é escrita do zero. Cada letra é pensada para aquele público específico. Cada arranjo serve a um objetivo claro de negócio. O resultado é um som exclusivo, que só pode ser assinado por aquela marca - e mais nenhuma.

Esse método tem nome, endereço e 45 anos de Brasil.

Garay

Lucas

Desde 1981, a gente faz mais que música - faz memória

Encontrar uma melodia capaz de grudar e blindar o recall de uma marca pode até parecer, mas não é mágica. Exige uma engenharia absurdamente complexa. E é essa a nossa obsessão desde sempre.

No mesmo ano em que começaram Blitz, Barão Vermelho, Ultraje a Rigor, Metallica e Tears for Fears, em uma garagem em Porto Alegre, quatro jovens fundaram a Jinga. A ambição deles cabia numa frase: fazer música publicitária que nunca fosse esquecida.

Garay era um dos fundadores. Lucas nasceu pouco depois da fundação. Cresceu entre consoles e partituras, aprendendo a profissão antes mesmo de saber que era uma profissão.

Hoje, eles produzem juntos. E é aqui que o peso de um estúdio clássico se funde com a fronteira mais inovadora do mercado. A Jinga sobreviveu a todas as revoluções tecnológicas por uma razão simples: nunca negou nenhuma delas. Agora, usamos a Inteligência Artificial e a tecnologia de ponta de 2026 com a mesma naturalidade com que plugamos uma guitarra Fender em um amp Marshall.

Aqui, as máquinas fazem o que as máquinas sabem fazer bem. E a gente? Nós fazemos o que só humanos sabem fazer: encontrar a melodia com o algo mais que o algoritmo não consegue nem prever, nem explicar.

Aquelas bandas de 1981 seguem criando. A Jinga também.

Coda

Se você quer a música que fica quando a verba já foi, é só chamar a gente.

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Foto de predio ao anoitecer, luzes acesas em um dos andares

A sede da Jinga na Travessa Saúde, 22, em Porto Alegre

Nós Somos Campeões da América

Facebook Oficial do Grêmio (Vídeo/Post sobre os 40 anos)

Instagram Oficial do Grêmio (Reel sobre o cântico)

O que fazemos

Sound branding, jingles, brand songs, brand anthems, trilhas sonoras originais, audio logos, spots, supervisão musical e sound design.
Para marcas no Brasil e na América Latina.
Sempre por encomenda e sob medida.
Sempre dentro da verba e do prazo combinados.

Dangerous Liaisons

Jornal do Comércio - "A história da música composta para comercial gaúcho que virou LP de sucesso"

Para ouvir e baixar - “Dangerous Liaisons