Todo mundo tem dúvidas, inclusive você 

Nem todo mundo domina os bastidores da produção musical. Esta página foi feita pra abrir a nossa caixa preta para os DCs. Seja você um estagiário curioso, seja você um Diretor de Criação Sênior, aqui está o playbook de como transformamos problemas em música. Sem filtro.

  • Olha, a gente erra. Bastante. Mas você nunca vai ouvir esses erros.

    É comum que a gente teste uma dúzia de letras, uma dúzia de melodias. E também é comum a gente partir pra um caminho, ir gravando e, de repente, no meio do processo, perceber que não é aquilo que vai funcionar. Então recomeçamos do zero. Isso é parte do nosso craft. Aprendemos o tempo todo com os erros.

    Recentemente, em um projeto para a Pague Menos, aos 45 minutos do segundo tempo, detonamos uma composição que já estava em processo de mixagem. Foi ruim jogar tudo no lixo, porque estava de fato muito bacana - mas não era a solução certa para aquela campanha. Nem a agência nem o cliente ficaram sabendo. Refizemos tudo, e essa foi a melhor coisa que a gente podia ter feito.

    Em projetos em que o budget nos permite fazer isso, colocamos 4 ou 5, até 6 compositores do nosso time competindo entre si pelo mesmo briefing. No fim, a melhor ideia muitas vezes tem a estrofe de um, o refrão de outro, a ponte de um terceiro, conceito de arranjo do quarto. É trabalho de artesão, de artista mesmo, acertar cuidadosamente notinha por notinha. Tipo pintar um Boeing com pincel de unhas. Mas isso é o que garante que, quando você clicar no play, vai ouvir exatamente o que a sua campanha precisa.

    Temos 45 anos fazendo só música pra publicidade. Literalmente, milhares de projetos. Já chegamos a tocar mais 500 por ano. Cada um deles passou por montes de filtros até chegar ao público, e a filtragem começou aqui. Nossa autocrítica sempre foi brutal, beirando a insanidade, porque nossa reputação depende dela. Se a gente não acredita que conseguiu traduzir as suas ideias em música matadora, você nem vai saber que aquela demo existiu.

    A nossa proposta é simples: você traz a ideia. A gente cuida não só pra que ela não morra na praia da execução, mas também pra que seja emocionalmente turbinada pela música. Ou elevada, como dizem as IAs.

  • Obviamente, sabemos fazer o arroz com feijão. Mas a gente evita.

    Pra você ter uma ideia, nosso arquivo próprio de referências tem mais de 70 mil comerciais - aqueles do tipo que é destaque em Cannes, na Shots, na AdAge, no LBB. E não é acervo de fã: é biblioteca de trabalho, com curadoria de nossos músicos e produtores. A gente estuda o que funciona, o que surpreende, o que continua relevante, o que envelheceu mal. Isso nos dá uma guia muito boa pra saber quando uma solução é comum e quando não é.

    As letras dos jingles a gente quase sempre faz aqui.
    Mais ou menos metade do nosso time estudou música, metade estudou publicidade. A versatilidade temos na produção às vezes confunde os clientes - eles não sabem em qual gaveta de perfil colocar a Jinga :)

    Fazemos desde jingles chiclete (Coca-Cola, Pague Menos), à brand songs que emocionam (RBS "Vida" - no ar desde 1985), e da estratégia (Via Marte “Garotas do Brasil") à supervisão musical (S.C. Internacional “113 Anos”). Samba, rock, bossa, axé, sertanejo, jazz, forró, funk, o que for. Não porque aqui existam gênios: é que temos disposição pra aprender bem cada estilo. Pra gente, é um pouco como sermos atores - em um dia você é o herói, no outro é o vilão, e cada papel tem os seus desafios.

    É comum que as agências já coloquem nos briefings os links para as suas referências. A ideia, claro, é ter um começo de solução desde muito cedo e ganhar tempo. Tudo bem e tudo certo. Mas quando você nos dá espaço pra pensar a partir do problema e não só executar a solução, a coisa pode ficar realmente muito interessante. Não é raro a gente aparecer com algo totalmente diferente do esperado. E que, depois do susto inicial, funciona. Nosso maior e melhor exemplo: “Vida”, para a RBS.

    Se você está buscando um fornecedor, vai encontrar opções mais baratas. Mas, se o que você quer é um parceiro criativo, uma produtora que entende onde você quer chegar (e que, às vezes, entende até onde você ainda nem sabe que quer chegar), estamos aqui, à disposição pra colaborar.

  • Quando você fala 'precisa ser mais vermelho, a gente não pergunta 'que tom de vermelho?'. A gente pergunta: ‘vermelho raiva ou vermelho paixão?’

    Música é o reino da subjetividade, e é meio que onde a gente mora.

    Por isso, não nos satisfazemos com 'queremos uma música alegre, pra cima'. Perguntamos: qual dos 112 mil tipos de alegria você tá imaginando? Alegria de ter uma folga no meio da semana ou alegria de quem acaba de receber uma notícia boa? Alegria de quem está dançando no Carnaval ou de quem venceu uma concorrência? Pode parecer um detalhe sem importância, mas são detalhes assim que separam uma trilha genérica de uma trilha que faz a sua campanha decolar e brilhar.

    Nosso processo de briefing é intencionalmente desarmado. Recebemos cada projeto com a curiosidade de quem ganha um desafio novo. Não temos protocolo rígido ou lista de questões obrigatórias. É tudo intencionalmente fluído, adaptável, dinâmico. Em geral, quando você chega aqui, a gente já sabe o básico (produto, anunciante, público). Você é quem vai nos dar o ajuste fino. Vais nos dar os matizes. As texturas. As nuances. E a nossa conversa só termina quando VOCÊ decide que terminou.

    É comum que os criativos tenham em mente comerciais que admiram. Por isso temos na Jinga um arquivo de referências com mais de 70 mil filmes comerciais, sempre sendo atualizado e estudado. Conhecer essas soluções musicais admiráveis nos ajuda a falar a mesma língua que você - e a traduzir o seu "deixa mais pegado" em decisões concretas de BPM, timbres, energia, arranjo.

    A gente não quer que você precise virar professor de música. Sabemos traduzir do publicitês para o musiquês. O que a gente quer é entender a sua linguagem, a linguagem da sua campanha e marca - e responder na língua universal da emoção.
    É clichê mas também é verdade.

  • A gente não limita rodadas de aprovação. Talvez devêssemos. Mas o mais comum é aprovar na primeira demo. Às vezes vamos pra segunda. Muito raramente precisamos de uma terceira.

    Sabe por quê? Porque a gente faz o dever de casa ANTES de abrir o Pro Tools. Não nos satisfazemos com briefings vagos. Não entregamos “boi de piranha". Detestamos “balões de ensaio”. Isso é para amadores. Quando você clica no play, a gente aqui já testou uma dúzia de letras, duas dúzias de melodias, montes de alternativas, e já descartou tudo o que não funcionava.

    Como regra, pedimos 5 dias úteis pra músicas em praias que a gente conhece, 10 dias pra brand songs ou para estilos musicais que não dominamos. Parece muito? Não é. É o tempo necessário pra fazer rápido e certo.

    Nosso prazo mais insano foi briefing às 17h de um dia, música de um minuto finalizada e aprovada pra ir ao ar às 10h da manhã seguinte. Porque quando a coisa aperta, a gente encara de frente e entrega.

    Dito isso, anote: aprendemos que, quando o briefing muda, o preço e o prazo precisam mudar junto.

    Você não vai perder tempo com a gente porque a gente não gosta de perder tempo. Cada rodada que você precisa dar é uma rodada que a GENTE também teve que dar. Podemos ser sinceros? Não gostamos de desperdiçar rodadas porque preferimos investir essa energia criativa polindo a música que vai para o ar, e não refazendo demos. O foco é na excelência, não no retrabalho.

    PS: E se o cliente voltar de viagem com a cabeça mudada e decidir por um ‘não’ aos 4 minutos da prorrogação, virando tudo de cabeça pra baixo? Coisa que ninguém quer, claro, mas que acontece e que faz parte do jogo. A gente já resolveu isso em menos de 24 horas, mais de uma vez.

  • A gente não vai mentir: fazer orquestra sinfônica com budget de violão e um banquinho é complicado. Mas é exatamente nesses projetos que a criatividade musical e a experiência fazem diferença.

    A Jinga vem resolvendo situações assim há 45 anos. Nascemos, crescemos e vivemos em um mercado onde o budget é sempre limitado. Assim, aprendemos a customizar um sample pra ele funcionar como uma gravação ao vivo. Sabemos como fazer um loop soar como o Monobloco subindo a avenida. Sabemos quando e como uma Inteligência Artificial, a partir de uma voz só, é capaz de entregar um coro de 16 vozes que soa natural. Sabemos quando investir em um único músico excepcional vale mais do que chamar uma banda mediana inteira. Principalmente, sabemos como produção inteligente pode muitas vezes compensar os limites do budget.

    Então, ter um budget pequeno não é um problema. E querer ter algo que soe grande partir de uma verba menor é absolutamente normal. Estamos habituados. Ficamos confortáveis em lidar com isso.

    O segredo é a transparência. Se você nos contar a qual a realidade financeira logo no início, a gente já pode pensar em soluções criativas dentro daquele quadrado. A Jinga já fez muita música memorável com orçamentos pequenos. Dê uma passeada em nosso site e confira.

    O que não fazemos é prometer o impossível. Se o budget não nos permite fazer o que você precisa, a gente avisa antes de começar. Porque entregar algo pela metade não ajuda nem você, nem a gente, nem a campanha. Preferimos ser um parceiro honesto a ser um fornecedor que diz sim pra tudo.

    Em resumo: bons projetos, sejam grandes, sejam pequenos, são sempre bem-vindos nesta casa. Ops! Nesta boutique.

  • ”Preciso pra ontem” não é frase clichê de seriado aqui. Aconteceu na última segunda-feira.

    Mas vamos começar por definir “prazo apertado”.

    Nosso prazo usual é 5 dias úteis pra músicas em estilos que a gente conhece e domina, e de 10 dias úteis pra brand songs ou para “praias desconhecidas". Isso já é apertado, porque falamos de artesanato, você sabe. Mas costuma ser rápido o suficiente pra atender às demandas mais urgentes da maioria dos nossos clientes, na maior parte do tempo.

    Agora, de vez em quando, se coisa apertar mais que isso, a gente se vira nos 30 e… entrega. Nosso recorde foi briefing às 17h de um dia, música de um minuto finalizada, aprovada e pronta pro ar às 10h da manhã do dia seguinte.

    Como?

    Primeiro: a Jinga tem 45 anos de experiência, então sabemos o que funciona rápido e o que não funciona.

    Segundo: temos uma comunidade verdadeiramente global de parceiros fantásticos, a Jingaland. Quando uma cantora confirmada teve um acidente e não apareceu às 8 da noite pra gravar, acionamos outra que gravou durante a madrugada no home studio dela lá em Dubai. Pela manhã, a voz estava aqui, limpinha, tunada, e a mix final foi no prazo para o cliente.

    Dito isso: a casa caiu e você precisa de música boa de um dia para o outro? Liga pra gente.
    Vai que aqui tá folgado?

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